sexta-feira, 23 de junho de 2017

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CIDADES AMIGAS DAS PESSOAS IDOSAS (CAPI)

GABRIELA CARVALHO
Na crónica de 26.05 sobre - EA: SENTIR-SE SEGURO – foi referido que:
«Cabe à sociedade, criar oportunidades e eliminar barreiras, permitindo a igualdade de acesso, tal como preconiza a Organização Mundial de Saúde ao criar em 2005 o projecto “Cidades Amigas das Pessoais Idosas (CAPI)”».

Na crónica de hoje, resume-se o que é isto de CAPI.

O envelhecimento da população e a urbanização são duas tendências globais que, em conjunto, constituem forças fundamentais que estão a moldar o século XXI.
De modo a beneficiarem do potencial que as pessoas mais velhas representam para a humanidade uma cidade amiga das pessoas idosas estimula o envelhecimento activo através da criação de:
- condições de saúde,
- participação e segurança,

Em termos práticos, uma CAPI adapta as suas estruturas e serviços de modo a que estes incluam e sejam acessíveis a pessoas mais velhas com diferentes necessidades e capacidades.

Num trabalho realizado com grupos em 33 cidades em todas as regiões da OMS, obteve-se informação para criar um guia que está dividido em 13 partes:



- A parte 1 descreve as tendências convergentes do rápido aumento da população com mais de 60 anos e da urbanização, definindo ainda os desafios com que as cidades se deparam.
- A parte 2 apresenta o conceito de “Envelhecimento activo” como um modelo para o desenvolvimento de cidades amigas das pessoas idosas
- A parte 3 explica como surgiu o guia.
- A parte 4 contém indicações sobre a forma como o guia deve ser utilizado.
- As partes 5 a 12 dão destaque às questões e preocupações expressas por pessoas mais velhas e por quem lhes presta serviços, em oito áreas da vida urbana:
* espaços exteriores e edifícios;
* transportes;
* habitação;
* participação social;
* respeito e inclusão social;
* participação cívica e emprego;
* comunicação e informação;
* apoio comunitário e serviços de saúde.
- A parte 13 apresenta os resultados concluindo sobre tudo o que é apresentado e perspectivando o futuro.


A terapia ocupacional e as Cidades Amigas das Pessoas Idosas


“A terapia ocupacional visa a melhoria da qualidade de vida do indivíduo, auxiliando-o a escolher, organizar e levar a cabo as suas actividades quotidianas. Beneficiam de terapia ocupacional aqueles que de alguma forma possuem as funções de vida diária e/ou participação social limitadas por disfunção física, disfunção psicossocial, distúrbios de desenvolvimento, distúrbios na aprendizagem, envelhecimento ou ambiente sociocultural inadequado. O terapeuta ocupacional serve-se de princípios da ciência ocupacional e de análise de actividades para determinar factores que influenciam o desempenho ocupacional do indivíduo e abordam esses factores numa perspectiva biopsicossocial. Neste sentido, o terapeuta ocupacional frequentemente utiliza adaptações no meio-ambiente, órtoteses, tecnologias de apoio e simplificação do trabalho para ajudar a pessoa a envolver-se em actividades significativas, melhorando ou prevenindo a regressão da função, de forma a manter o seu bem-estar e a sua satisfação em viver.”

Assente na premissa de que o ambiente necessita de ser transformado para que se possa promover uma optimização do desempenho das pessoas que nele se enquadram, o projecto Cidade Amiga das Pessoas Idosas vai de encontro aos fundamentos da Ciência Ocupacional e por conseguinte da terapia ocupacional.

É possível perceber que muito do que determina o envelhecimento activo e enquadra o projecto CAPI se coaduna com a filosofia da terapia ocupacional.

A terapia ocupacional tem não só os constructos teóricos necessários para um enlace perfeito com o projecto como, ao compreender e conceptualizar a pessoa segundo uma tríade ambiente, pessoa, ocupação, também consegue trazer uma mais-valia ao mesmo.

Uma das aspirações, quer do projecto quer da terapia ocupacional, é a adopção de uma nova abordagem ao design, em todos os níveis. O objectivo é criar e adaptar ambientes de forma a torná-los apelativos a todos os grupos etários, onde a integração e acesso para pessoas com deficiência e pessoas idosas seja padrão em vez de ser excepção.

“Mais do que acrescentar anos à vida, a Terapia Ocupacional proporciona vida aos anos.”

PROCEDIMENTOS E CONTRATOS PÚBLICOS – PARTE 2

ANA LEITE
O ajuste direto é um procedimento pré-contratual através do qual a entidade adjudicante convida diretamente uma ou várias entidades à sua escolha a apresentar uma proposta. Desta noção, retira-se que o ajuste direto compreende duas hipóteses: o ajuste direto sem qualquer consulta prévia ou ajuste direto com convite a uma entidade e o ajuste direto com convite a várias entidades ou a vários interessados – podendo aqui ocorrer uma fase de negociação. No entanto, o ajuste direto apenas pode ser usado para a formação dos seguintes contratos: empreitadas de obras públicas de valor inferior a €150 000, aquisições de bens e serviços de valor inferior a €75 000 ou outros contratos de valor inferior a €100 000. Sendo certo que, pode recorrer-se ao ajuste direto para a formação de contratos de qualquer valor, quando se verificarem determinadas razões expressamente identificadas no C.C.P., como por exemplo os casos de urgência imperiosa, quando só existe um único fornecedor ou prestador, ou ainda quando um anterior concurso tenha ficado deserto.

O concurso público está previsto nos artigos 130.º e seguintes do C.C.P., e embora o código não o defina, a noção de concurso público não se fasta da que constava do artigo 47.º, n.º 2 do Decreto-lei n.º 59/99, de 2 de março: “O concurso diz-se público quando todas as entidades que se encontrem nas condições gerais estabelecidas por lei podem apresentar proposta”. O C.C.P. prevê as seguintes modalidades de concurso público: concurso público normal (artigo 130.º e seguintes) e concurso público urgente (artigo 155.º a 161.º). A escolha deste procedimento permite a celebração do contrato de qualquer valor (independentemente do objeto do contrato e da entidade adjudicante), quando o respetivo anúncio for publicado no JOUE (Jornal Oficial da União Europeia). Quando porém, o respetivo anúncio de concurso público não for publicado no JOUE (sendo certo que, é sempre publicitado no Diário da República), deve-se obedecer ao estabelecido no artigo 28 do C.C.P.

O concurso limitado por prévia qualificação está regulado nos artigos 162.º a 192.º. e podemos dizer que, é o procedimento “em que qualquer operador económico pode solicitar participar e em que só os operadores económicos convidados pela entidade adjudicante podem apresentar propostas”. Neste procedimento há sempre uma fase de prévia qualificação em que se avaliam a capacidade técnica e a capacidade financeira dos candidatos e apenas aqueles que são selecionados é que são posteriormente convidados a apresentar proposta.

O procedimento de negociação constitui um procedimento pré-contratual em que as “entidades adjudicantes consultam os operadores económicos da sua escolha e negoceiam as condições do contrato com um ou mais de entre eles”. O artigo 29.º do código enuncia os casos em que é admissível o recurso a este tipo de procedimento. Isto porque a negociação como meio de adjudicação de contratos é contrária ao princípio da concorrência. Este procedimento está regulado nos artigos 193.º a 203.º do Código dos Contratos Públicos. O procedimento de negociação integra as seguintes fases: (i) apresentação das candidaturas e qualificação dos candidatos; (ii) apresentação e análise das versões iniciais das propostas; (iii) negociação das propostas; (iv) análise das versões finais das propostas de adjudicação.

Por fim, encontra-se regulamentado ainda o diálogo concorrencial (artigos 204.º a 218.º). Este procedimento foi introduzido com a transposição das diretivas comunitárias. De acordo com a Diretiva 2004/18/CE, o diálogo concorrencial “é o procedimento em que qualquer operador económico pode solicitar participar e em que a entidade adjudicante conduz um diálogo com os candidatos admitidos nesse procedimento, tendo em vista desenvolver uma ou várias soluções aptas a responder às suas necessidades e com base na qual, ou nas quais, os candidatos selecionados serão convidados a apresentar uma proposta”. Este procedimento integra as seguintes fases: apresentação das candidaturas e qualificação dos candidatos; apresentação das soluções e diálogo com os candidatos qualificados; apresentação e análise das propostas e adjudicação.

Os critérios de escolha de procedimento adjudicatório estão regulados nos artigos 16.º a 33.º do código.

De referir ainda que, quem faz o controlo na área da contratação pública é o Tribunal de Contas de Portugal. Este órgão é, de acordo com a Constituição da República Portuguesa, o órgão de soberania que exerce o controlo externo supremo da atividade financeira do Estado português. O controlo financeiro exercido pode ser, quanto ao momento do seu exercício prévio, concomitante ou sucessivo.


ECOS DA MEMÓRIA

CRISTINA LOURENÇO
A memória é um músculo que pode ser desenvolvido e também manipulado em defesa das emoções.

Ainda hoje visualizo aquela casa de dois andares, onde vivi aos 2 anos de idade. Tinha uma garagem no piso térreo e a habitação no primeiro andar. À entrada da porta principal tinha um longo corredor, a cozinha à esquerda, seguida por uma casa de banho de serviço, um quarto de arrumos e um quarto de visitas. No fundo do corredor - em frente à porta da entrada – ficava o quarto dos meus pais. Visto de lá para cá: à direita tinha uma segunda casa de banho e duas espaçosas salas, ambas rodeadas por uma varanda.

Naquela noite, véspera Natal, a luz faltou por segundos e ainda sentada na mesa de jantar, rodeada por janelas com longas e acetinadas cortinas esbranquiçadas, consegui ver um vulto vermelho a correr em direcção à porta.

<< ainda hoje sinto o palpitar do coração derivado ao misterioso momento. >>

Consigo visualizar cada segundo, cada metro do espaço, cada cheiro e até a velocidade de corrida daquele barrigudo vermelho a largar à porta o saco das prendas.

Em adulta pensei que era uma memória enfatizada, por ter sido o primeiro Natal encenado. Mas vinte anos depois confirmei cada pormenor - sim, era real.

Aos 35 anos, durante uma meditação, percebi o verdadeiro motivo de cada detalhe daquela memória: foi o último Natal em família ainda estruturada.

Nada teve a ver com o Pai Natal, as prendas, a casa ou com os cheiros da sala. Até porque rapidamente saímos de lá e jamais voltei a ver a tal casa. Foi a união, a família e o amor de filha que fez com que a memória fosse eternizada.

MATO NO MATO

DUARTE VASCONCELOS
MATO NO MATO
Abato ato

MATO NO MATO
Combato rasto

MATO NO MATO
Anonimato

Ensino o ar
Decreto-feio
Há fumo branco
Meus Deus eu creio

Sei que se der sol
Cedo só ao fim
Quero esta flor
Floresta até mim

REFEIÇÃO PRÉ-TREINO

DIANA PEIXOTO
A refeição pré-treino deve ser rica principalmente em hidratos de carbono complexos, de baixo índice glicémico - ou seja, de lenta absorção -, combinados com uma fonte de proteína - não tem a mesma importância que os hidratos (cuidado ao consumir muita proteína pouco tempo antes do treino, como a digestão é mais lenta o risco de indisposição é maior). Deve privilegiar o consumo de hidratos complexos, já que este macronutriente é absorvido de forma faseada, para garantir a energia necessária ao longo do treino - isto quando a refeição é feita de 2h a 1h antes do treino, já que, se for muito em cima da hora, é necessário consumir hidratos de absorção média a rápida - recomendo frutas no geral.

Ao pequeno-almoço:

Papas de aveia (basta cozinhar a quantidade de aveia adequada aos objetivos pessoais com água - ou bebida vegetal -, juntar algum sabor a gosto, como canela ou cacau em pó e, no final, juntar uma ou duas claras - se bater as claras em castelo antes as papas ficam fantásticas e super fofinhas);

Pão integral com peito de frango desfiado ou fiambre de aves;

Ao almoço/jantar:

Arroz integral com peito de frango grelhado + um tipo de feijão à escolha;

Batata doce cozida com brócolos, atum e ovo;

Lanches rápidos:

Banana esmagada com aveia e mel (opção fantástica quando comemos muito em cima da hora do treino);

Batido de bebida de soja light ou outra bebida vegetal (os lacticínios imediatamente antes do treino causam mal-estar intestinal) com uma ou mais frutas a gosto - morango, papaia, kiwi...

Chips de batata doce (basta cortarem a batata doce em rodelas fininhas e levarem ao forno;

Bolo proteico de microondas (tipo fondant de chocolate);

Muffins de banana;

Muffins de framboesas e côco.

Bolo de microondas protéico tipo fondant de chocolate 

(para quem consome whey)


Ingredientes para o fondant de chocolate:

· 25gr. whey de chocolate;

· 15gr. cacau puro em pó;

· 10gr. linhaça moída;

· 1/2c.café fermento em pó;

· 30ml claras;

· 30ml bebida de soja light ou outra bebida vegetal.

Misturar bem todos os ingredientes secos e juntar as claras e a bebida de soja light. Levar ao microondas por aproximadamente 30 segundos (não deve ficar muito tempo porque a massa fica seca muito rapidamente, por isso controlem o tempo. A parte do meio deve estar mal cozida).



quarta-feira, 21 de junho de 2017

CORRER COM SOL E CALOR? SIM OU NÃO?

ELISABETE RIBEIRO
Agora que o bom tempo está a chegar, as pessoas começam a ter mais predisposição para sair de casa e começar a correr.

Deveriam correr todo o ano, mas o calor motiva mais a praticar desporto que o frio.
Obviamente que é preciso ter alguns cuidados quando se corre com calor. Seguem-se algumas sugestões para o calor não se transforme num dos seus piores inimigos!

Protetor solar
Quando correr com sol e calor é fundamental que use um protetor solar adequado. Mesmo em dias nublados em que não vê o sol. O sol melhora a visão, sintetiza a vitamina D, mata agentes patogénicos entre muitas outras coisas, mas se não proteger a sua pele, este pode-lhe ser nocivo.
Curiosamente, a água, a areia e a neve refletem os raios solares contribuindo para as queimaduras solares.

Quando se deve colocar o protetor solar?
Por norma, o aconselhado é colocar o protetor sempre 20 a 30 minutos antes do treino, mas com as novas fórmulas de rápida absorção da pele pode colocar apenas 10 minutos antes do treino.
Pode e deve colocar protetor a cada 2 horas de exercício. Se for treinar com muito calor irá, naturalmente, transpirar mais que o normal e, por consequência, também irá limpar o suor mais vezes.
Ao limpar o suor também está a limpar o protetor, logo é aconselhável que coloque protetor várias vezes durante o treino. Pode parecer exagerado mas acredite que a sua pele agradece!
Coloque o protetor em todas as partes do corpo que não estejam cobertas com roupa.

Proteja a cabeça
É fundamental que proteja a sua cabeça quando treina com muito calor.
Use um boné para proteger o couro cabeludo das queimaduras solares.
Hoje em dia as grandes marcas de vestuário desportivo já fabricam bonés com materiais muito bons e próprios para arrefecimento.

Tenha cuidado com o suor
Atualmente os protetores solares já têm fórmulas resistentes ao suor, mas por muito bons que sejam quando se transpira muito não há protetor que resista e como tal estes misturam-se com o suor escorrendo para os olhos!
Quando colocar o protetor e sentir suor na zona dos olhos limpe-os imediatamente, se o suor misturado com o protetor entrar para os seus olhos a sensação de ardor é desagradável!

Use creme hidratante
Depois do treino é fundamental que coloque um creme hidratante no corpo após o banho. Os cremes hidratantes são ótimos para revitalizar a pele.

Hidratação é fundamental
O seu corpo quando começa a aquecer, a forma natural que tem para se refrescar é expulsar o calor sob a forma de suor, logo você começa a perder líquidos e é imperativo que os reponha.
Leve sempre líquidos para os treinos para se refrescar, mas beba apenas quando o seu corpo “pedir” e não esteja constantemente a beber mesmo que não tenha sede.

Utilize roupa de treino confortável 
Com o calor é normal que se corra com pouca roupa, sendo isso o mais aconselhável!
Mas ainda existe o mito que quanto mais se transpira mais se emagrece. Muitos corredores casuais, mesmo durante o verão, correm carregados de roupa para esse efeito. Isso é completamente errado!
Quanto mais quente o seu corpo tiver mais necessidade irá ter de se refrescar. Seja consciente e use pouca roupa.

Escolha a melhor hora para treinar com calor
Para se treinar com sol e calor obviamente que as melhores horas do dia é logo pela manhã ou ao fim da tarde.
Mas se não conseguir treinar nestas horas e tiver mesmo que optar pelo pico do calor, tenha em atenção a dica do protetor solar e da hidratação bem presente na sua mente. Vão ajudá-lo de uma forma preciosa!
Escolha bem o local de treino
Se tiver oportunidade de escolher o local de treino, o mais aconselhável é treinar em parques da cidade ou em zonas arborizadas.
São mais frescos e pode, nas pausas, proteger-se do sol à sombra de uma árvore.
Se correr em estrada o calor é muito mais intenso e com os vapores dos escapes dos carros este torna-se de tal forma insuportável que será mesmo obrigado a parar. Evite estes locais.
Com certeza que muitas destas dicas você já as sabe, nas será que as aplica?

Tenha em mente que a prevenção é sempre o melhor remédio, siga estes conselhos e tire o melhor partido dos treinos de verão!

VERÃO E ÁGUA...

MARIA AMORIM
Falar de idoso neste tempo de verão poderá parecer um tema sem graça e sem interesse. Verão rima com juventude, corpos perfeitos ao sol, pele luzidia de saúde e beleza, bronzeada pelo sol...

Mas verão também rima com desidratação, e desidratação pode ser fatal para os idosos, que se esquecem de beber, e, a quem nos esquecemos de oferecer água, ou alternativas que lha possam oferecer. A água é vital para todos os processos do metabolismo corporal, sendo o solvente necessário para que todos os nutrientes desempenhem as suas funções e agindo quer como suporte quer como interveniente ativo nas reações químicas necessárias para o equilíbrio interno do nosso organismo. 

A água é o elemento nutritivo mais importante, e a sede o mecanismo através do qual o corpo regula a sua necessidade de água, que no adulto ronda os três litros, para compensar as perdas ( que, no verão estão aumentadas) e manter o equilíbrio electrolítico dos idosos. 

Se um idoso não bebe, facilmente desidrata, e, como muitas vezes são pessoas com algumas patologias associadas a idade, facilmente esse equilíbrio se rompe, pelo que é importante ter presente que um idoso raramente tem sede, estando particularmente atento ao seu estado geral, o aspeto da pele, das mucosas, oferecer água frequentemente, e, se não gosta de água, podem ser infusões, refrescos ( sem açúcar), ou até gelatinas fresquinhas, que são uma excelente alternativa para quem não aprecia água. 

Vamos fazer do verão uma época para todos e não constituir um risco para a saúde dos nossos idosos em casa, só porque nós esquecemos que, mesmo que eles não tenham sede, PRECISAM MAIS DE ÁGUA DO QUE DE PÃO...